Celebração de Casamentos Sistêmicos e Célticos
Casamento Sistêmico e Celta: uma cerimônia que vai além do civil
Handfasting, bênçãos dos elementos e honra aos ancestrais: conheça a cerimônia sistêmica e celta conduzida por Mariana De Santi em Portugal e no Brasil.

Um casamento que vai muito além do papel
Assinar os papéis no civil garante um casamento válido perante a lei. Mas para muitos casais, isso não basta para celebrar o que realmente está acontecendo: a união de duas histórias, duas famílias, duas linhagens que passam a caminhar juntas.
É aqui que entra o Casamento Sistêmico e Celta conduzido por Mariana De Santi, terapeuta e cerimonialista certificada do Instituto Denise De Santi. Não é uma cerimônia de decoração — é um rito de passagem desenhado para tornar visível algo que o civil não alcança: a dimensão simbólica e espiritual da união.
O que torna essa cerimônia diferente
A celebração integra duas camadas que raramente aparecem juntas em um casamento convencional.
A primeira é sistêmica. Ela reconhece que vocês não estão se casando sozinhos — estão trazendo consigo dois sistemas familiares inteiros, com seus ancestrais, suas histórias, suas dores e suas alegrias. A cerimônia abre espaço para honrar quem veio antes, ao mesmo tempo em que celebra o que está nascendo agora, como casal.
A segunda é celta. Ela traz rituais ancestrais que atravessaram séculos como formas concretas de selar um compromisso: o handfasting, em que as mãos do casal são unidas por fitas; as bênçãos dos quatro elementos; e a invocação da natureza como testemunha sagrada de tudo o que está sendo prometido.
Juntas, essas duas dimensões criam algo que uma cerimônia genérica dificilmente entrega: um ritual que fala diretamente à história de vocês dois.
A dimensão sistêmica: honrando quem veio antes
Toda família carrega uma teia de vínculos, lealdades e histórias que moldam quem somos, mesmo sem percebermos. Na cerimônia sistêmica, essa teia não é ignorada — ela é reconhecida e homenageada.
Os ancestrais e as famílias de origem passam a fazer parte ativa do ritual, não apenas como convidados sentados nas primeiras filas, mas como presenças simbólicas que são nomeadas e honradas. Isso cria um espaço em que o casal não está apenas se unindo, mas sendo abençoado por tudo o que veio antes — e abrindo, com respeito, espaço para o que vem depois.
Para muitos casais, esse é o momento mais emocionante da cerimônia: sentir que a própria história familiar está sendo vista e celebrada, e não deixada de fora do dia mais importante.
A dimensão celta: handfasting e bênçãos dos elementos
O handfasting é um dos rituais celtas mais conhecidos — e um dos mais bonitos de se testemunhar. As mãos do casal são entrelaçadas e unidas por fitas, num gesto que deu origem, ao longo da história, à própria expressão “atar o nó”. É um símbolo físico e visível do compromisso que está sendo selado.
As bênçãos dos quatro elementos — terra, água, fogo e ar — trazem a natureza para dentro da cerimônia como testemunha. Cada elemento carrega um significado próprio, e juntos formam uma espécie de bênção completa sobre a vida que o casal está construindo.
Esses rituais não são engessados. Mariana adapta cada um deles à sensibilidade, à espiritualidade e ao gosto do casal, para que nada pareça artificial ou fora de lugar.
Como funciona o processo, do primeiro encontro ao grande dia
Uma cerimônia tão personalizada não nasce pronta — ela é construída em conjunto, em três etapas.
1. Encontro de conhecimento
Tudo começa com uma conversa, online ou presencial, em que Mariana conhece a história do casal: como se conheceram, o que valorizam, o que querem celebrar e o que sonham para aquele momento. É um encontro de escuta, sem roteiro pronto.
2. Co-criação
Com base nessa conversa, Mariana desenha a estrutura da cerimônia: quais rituais fazem sentido, como a dimensão sistêmica e a celta vão se entrelaçar, e um texto base para os votos. O casal então revê, sugere, ajusta e personaliza até que a cerimônia reflita verdadeiramente quem são — nada de fórmula pronta repetida de casamento em casamento.
3. A cerimônia
No dia, Mariana conduz a celebração com presença, cuidado e profundidade. O resultado é um momento que o casal e os convidados guardam na memória por muito tempo — não apenas pela beleza dos rituais, mas pela verdade que eles carregam.
E o casamento civil? Uma pergunta comum, e a resposta é simples
Sim, essa é a dúvida que quase todo casal traz: essa cerimônia tem validade legal?
A resposta é direta: a cerimônia sistêmica e celta é simbólica e espiritual. Ela não substitui o registro civil. Para que a união tenha efeito legal, o casal precisa fazer o registro civil separadamente — antes ou depois da celebração.
Na prática, é comum que os casais resolvam essa parte com um registro civil simples e discreto, e reservem a cerimônia real, emocional e significativa, para o momento com Mariana. Assim, cada parte cumpre bem o seu papel: uma garante o aspecto legal, a outra celebra o que realmente importa para vocês.
Onde a cerimônia acontece
Mariana celebra casamentos sistêmicos e celtas em Portugal — em Lisboa e arredores, com possibilidade de deslocação a outros locais — e também no Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro. A cerimônia pode acontecer em jardins, quintas, praias, capelas ou espaços mais íntimos, sempre adaptada ao local escolhido pelo casal.
Se vocês estão planejando um casamento e sentem que o civil sozinho não vai dar conta de expressar tudo o que essa união significa, vale a pena conhecer essa possibilidade. Entre em contato para verificar disponibilidade na sua data e localização, e comece a desenhar, com Mariana, a cerimônia que vai contar a história de vocês dois.